segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Autumn Light


Autumn Light

''Hail to the autumn light
Hail to the autumn night
How I live for your gentle respite
And the long slow death of the year

Summer is over and autumn is come
The sun now gentle, her strength fading long
She spills her love on homestead and tree
And bears her burden to shadowed reprieve

The wind whispers a soothing harmony
Amid red leaves that shed to the time
Of some hidden rhythm deep inside the earth
That bears us down and into rebirth

Hail to the autumn light
Hail to the autumn night
How I live for your gentle respite
And the long slow death of the year

I love the shadows of rustling tree leaves
I love the soothing scent of cold air shifting
I love the long nights borne round the home fire
And the arms of my lover that stoke my desire

I love the cool tang of the earth on my feet
I love the grey clouds that brood without conceit
I love the bird song as life ekes its last
The days grow shorter, the moon reclaims his task

Hail to the autumn light
Hail to the autumn night
How I live for your gentle respite
And the long slow death of the year''


~ Henry Lauer



Manifesto futurista


Manifesto del futurismo
"Le Figarò" 20 Febbraio 1909

''
1- Noi vogliamo cantare l'amor del pericolo, l'abitudine all'energia e alla temerità.


2- Il coraggio, l'audacia, la ribellione, saranno elementi essenziali della nostra poesia.

3- La letteratura esaltò fino ad oggi l'immobilità penosa, l'estasi ed il sonno. Noi vogliamo esaltare il movimento aggressivo, l'insonnia febbrile, il passo di corsa, il salto mortale, lo schiaffo ed il pugno.

4- Noi affermiamo che la magnificenza del mondo si è arricchita di una bellezza nuova: la bellezza della velocità

5- Noi vogliamo inneggiare all'uomo che tiene il volante, la cui asta attraversa la Terra, lanciata a corsa, essa pure, sul circuito della sua orbita.

6- Bisogna che il poeta si prodichi con ardore, sfarzo e magnificenza, per aumentare l'entusiastico fervore degli elementi primordiali.

7- Non vi è più bellezza se non nella lotta. Nessuna opera che non abbia un carattere aggressivo può essere un capolavoro.

8- Noi siamo sul patrimonio estremo dei secoli! poichè abbiamo già creata l'eterna velocità onnipresente.

9- Noi vogliamo glorificare la guerra-sola igene del mondo-il militarismo, il patriottismo, il gesto distruttore

10- Noi vogliamo distruggere i musei, le biblioteche, le accademie d'ogni specie e combattere contro il moralismo, il femminismo e contro ogni viltà opportunistica o utilitaria

11- Noi canteremo le locomotive dall'ampio petto, il volo scivolante degli areoplani. E' dall'Italia che lanciamo questo manifesto di violenza travolgente e incendiaria col quale fondiamo oggi il Futurismo ''


Estas são as palavras com que Filippo Tommaso Marinetti funda em 20 Fevereiro de 1909 em Paris 'O manifesto futurista'.


sábado, 31 de outubro de 2009

Jogo do Pau II





sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Passione Nera - Strength in a Smile




Passione Nera - Strength in a Smile




quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Luz passada e Futuro presente




Luz passada & Futuro presente





''... A herança indo-europeia que nós mesmos reencontramos e cultivamos em nós próprios , nós projectamo-la , duplamente na História, como representação do Passado e como imaginação do Futuro ... Quando nós falamos de tradição indo-europeia , ou quando trazemos à luz do dia os traços esquecidos do mito , da religião , da ideologia e da História dos Povos nos quais nós queremos reconhecer os nossos ancestrais, nós não olhamos somente para trás. ao contrário , como Janus , nós vislumbramos o Futuro''

Benoist , 1973.

Hertzinfarkt

Hertzinfarkt





...




.................. Lauf los !!


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O Império do Sol



O Império do Sol




INCONFORMISTA.ORG



http://infoinconformista.blogspot.com/


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O Jogo do Pau


Luta tradicional portuguesissima.

O Jogo do Pau





Como voltar à tradição duma forma saudável vivendo diariamente a mesma:


http://www.jogodopauportugues.com/

Ginásio Clube Português - Lisboa
Praça Ginásio Clube Português, nº 1
1250 - 111 Lisboa
http://www.gcp.pt/index.jsp?id=105&page=modalidades

Mestre Nuno Russo



Voltar à propria casa


''A vida não é mais do que a separação das entrenhas da terra, a morte reduz-se a um retorno à casa....o desejo tão frequente de ser enterrado no solo pátrio não passa de uma forma profana do autoctonismo místico, da necessidade de voltar à propria casa.''


Eliade
, 2002


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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Sir. Oswald Ernald Mosley

Sir. Oswald Ernald Mosley ( 1896 - 1980 ) mesmo ferido volta ás trincheiras , convicto das suas ideias e do seu papel como defensor dos seus .




É referido mais tarde....
"... this brilliant memorandum was a whole generation ahead of Labour thinking"





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A propósito dos grandes disparates que se ouvem por este Pais a fora ultimamente.....Loucas , senis e artificiais 'pombas da pseudo-paz '



''O Mito é considerado como

uma história sagrada, e portanto uma história verdadeira, porque se refere sempre a realidades.

O Mito cosmogónico é verdadeiro porque a existência do mundo está aí para o provar, o mito da origem da morte é também verdadeiro porque a mortalidade do homem prova-o...e pelo facto de o mito relatar as gestas dos seres sobrenaturais e manifestações dos seus poderes sagrados, ele torna-se o modelo exemplar de todas as actividades humanas significativas''


Mircea Eliade , em: ''Aspectos do Mito''



Quem não compreende algo tão básico como isto, não compreendeu nada da essência e do que de mais simples existe na vivência do Homem Antigo, ou da natureza do mesmo, assim como, tudo o que leu interpretou de forma errada, e quiçá, contrária.... ou nem leu.....



Waiting For The Fall


Waiting For The Fall My Friend ..... I'm Waiting For The Fall.......

domingo, 25 de outubro de 2009

A Idade do Lobo

Quando o homem se esqueceu da Tradição.......


sábado, 24 de outubro de 2009

Reencontro com Dionisío




“Para o nosso consolo, contudo, havia indícios de que, não obstante, o espírito alemão intato na sua esplêndida saúde, profundidade e força dionisíaca, qual um cavaleiro prostrado em sono, repousava e sonhava em um abismo inacessível:
abismo de onde se eleva até nós a
canção dionisíaca, para nos dar a entender que também agora esse cavaleiro alemão ainda sonha o seu antiqüíssimo mito dionisíaco em visões austeras e beatíficas. Que ninguém creia que o espírito alemão haja perdido para sempre a sua pátria mítica, posto que continua
compreendendo com tanta clareza as vozes dos pássaros que falam daquela pátria. Um dia ele se encontrará desperto, com todo o frescor matinal de um sonho imenso:
então matará o dragão, aniquilará os
pérfidos anões e acordará Brunhilde
- e nem mesmo a lança de Wotan poderá barrar o seu caminho!”

Nietzsche
''O Nascimento da Tragédia ou Helenismo e Pessimsimo''

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Gabriele d'Annunzio

Gabriele d'Annunzio Oficial e Cavaleiro da Ordem Militar em Itália ... conquistador de Fiume !!

Ejá, Ejá , Alalá !!!!

Voto ao 'estranho'

É muito provável que dentro de pouco tempo tenhamos alguma proposta do tipo a entrar no Parlamento....o que parece um detalhe acaba por ser a base da nossa existência como tal.

Quando se premite que o 'estranho' passe a ser o que se considera 'normal' , e este por sua vez, pode construir o espaço que lhe é estranho, de igual modo que os 'naturais', mas à sua imagem....aos poucos suicidamos-nos e somos nós próprios os estranhos dentro do nosso próprio espaço.

''
VOTO AGLI IMMIGRATI: UNA PATACCA SPACCIATA PER BATTAGLIA DI CIVILTA’
Ciclicamente torna di attualità nell’agenda politica italiana la discussione sulla concessione del voto ai cittadini stranieri. Da qualche giorno è stata depositata alla Camera dei deputati una proposta di legge, sottoscritta anche da alcuni esponenti del Pdl (una minoranza per fortuna), con la quale si vorrebbe concedere il diritto di voto per le elezioni amministrative ai cittadini extracomunitari regolarmente residenti in Italia da almeno cinque anni.

Una proposta che può sembrare di buon senso e pure giusta ma che in realtà è figlia di una cultura politica che non ha mai abbandonato il desiderio di realizzare un disegno multiculturale – inteso come la perdita delle identità e specificità nazionali - per certi versi già consegnato alla storia perché stride con la realtà che ci circonda e la stessa storia del genere umano. Di tanto in tanto non guasterebbe guardare a cosa accade in giro per l’Europa per accorgersi del fallimento del melting pot e di come di questo filone di pensiero, più filosofico che politico, non sia la soluzione ma l’origine di altri problemi.

Tuttavia, è inevitabile che il mondo politico discuta sugli effetti che sta producendo alla nazione una presenza sempre più considerevole di cittadini stranieri provenienti dai più svariati posti del pianeta.

E’ giusto discutere di integrazione, di regole e di valori, di diritti e di tutto ciò che in qualche modo possa costituire un modello socio-politico di convivenza tra gli autoctoni e gli stranieri; come è altresì pacifico ridiscutere di eventuali nuove norme più attinenti al tempo in cui viviamo per quanto riguarda l’acquisizione della cittadinanza italiana. Ebbene, ciò premesso, non si può comunque omettere la realtà dei fatti:
sfido chiunque a dimostrare che gli stranieri in regola, con una famiglia e un lavoro, non possiedano diritti. Basterebbe entrare in una sede di qualche sindacato italiano per vedere con i propri occhi di come e quanto oggi gli immigrati siano sindacalizzati quasi più di noi italiani; basterebbe lavorarci assieme per capire di come e quanto bene conoscono le normative per l’ottenimento di bonus o di sussidi sociali; basterebbe sfogliare le graduatorie comunali per le richieste degli alloggi di edilizia residenziale pubblica per avere anche qui sott’occhio la prova provata che questi stranieri tutto sommato non sono poi trattati così male come qualcuno vorrebbe farci credere.
I fatti parlano chiaro, altro che diritti negati agli stranieri, caso mai esiste un problema contrario:
vale a dire i diritti negati agli italiani, ai nativi italiani, che si vedono portare via da sotto il naso ciò che spetterebbe prima di tutto a loro.
So benissimo che a pensarla in questa maniera si viene accusati di populismo (non vedo poi cosa ci sia di male ad esserlo), poi però se penso che chi ti liquida in questo modo solitamente lo fa dall’alto del suo scranno col culo al caldo e un lauto stipendio, sono ancora più convinto assertore di queste posizioni populiste.

Insomma, diciamoci la verità. Siamo di fronte all’ennesima proposta di legge spacciata come una battaglia di civiltà quando invece è una patacca neanche tanto originale, buona forse per le discussioni edulcoranti di certi salotti o tutt’al più per rilanciare certi loschi disegni geometrici di palazzo sospinti da taluni poteri forti che si ostinano a osteggiare un governo eletto democraticamente. Di certo, invece, se la patacca dovesse malauguratamente diventare legge, diverrebbe una mina per scardinare l’ultimo diritto di noi italiani: quello di decidere solo noi, almeno formalmente, sulle questioni che ci riguardano. E scusate se è poco…''

Alex Cioni- Popolo della Libertà -
''

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A Dama Pé-De-Cabra


A Dama Pé-De-Cabra


'Este dom Diego Lopez era muy boo monteyro, e estando huum dia em sa armada e atemdemdo quamdo verria o porco ouuyo cantar muyta alta voz huuma molher em çima de huuma pena: e el foy pera la e vioa seer muy fermosa e muy bem vistida, e namorousse logo della muy fortemente e preguntoulhe quem era:

e ella lhe disse que era huuma molher de muito alto linhagem, e ell lhe disse que pois era molher d'alto linhagem que casaria com ella se ella quisesse, ca elle era senhor naquella terra toda: e ella lhe disse que o faria se lhe prometesse que numca sse santificasse, e elle lho outorgou, e ella foisse logo com elle.

E esta dona era muy fermosa e muy bem feita em todo seu corpo saluamdo que auia huum pee forcado como pee de cabra.
E viuerom gram tempo e ouueram dous filhos, e huum ouue nome Enheguez Guerra, e a outra foy molher e ouue nome dona.

E quando comiam de suum dom Diego Lopez e sa molher assemtaua ell apar de ssy o filho, e ella assemtaua apar de ssy a filha da outra parte. E huum dia foy elle a seu monte e matou huum porco muy gramde e trouxeo pera sa casa, e poseo ante ssy hu sia comemdo com ssa molher e seus filhos: e lamçarom huum osso da mesa e veerom a pellejar huum alaão e huuma podemga sobrelle em tall maneyra que a podenga trauou ao alaão em a garganta e matouo.

E dom Diego Lopes quamdo esto uyo teueo por millagre e synousse e disse «samta Maria vall, quem vio numca tall cousa!» E ssa molher quamdo o vyo assy sinar lamçou maão na filha e no filho, e dom Diego Lopez trauou do filho e nom lho quis leixar filhar:
e ella rrecudio com a filha por huuma freesta do paaço e foysse pera as montanhas em guisa que a nom virom mais nem a filha.


Depois a cabo de tempo foy este dom Diego Lopez a fazer mall aos mouros, e premderomno e leuaromno pera Tolledo preso. E a seu filho Enheguez Guerra pesaua muito de ssa prisom, e veo fallar com os da terra per que maneyra o poderiam auer fora da prisom.

E elles disserom que nom sabiam maneyra por que o podessem aver, saluamdo sse fosse aas montanhas e achasse sa madre, e que ella lhe daria como o tirasse. E ell foy alaa soo em çima de seu cauallo, e achoua em çima de huuma pena:
e ella lhe disse «filho Enheguez Guerra, vem a mym ca bem sey eu ao que ueens:» e ell foy pera ella e ella lhe disse «veens a preguntar como tiraras teu padre da prisom.»

Emtom chamou huum cauallo que amdaua solto pello momte que avia nome Pardallo e chamouo per seu nome: e ella meteo huum freo ao cauallo que tiinha, e disselhe que nom fezesse força pollo dessellar nem pollo desemfrear nem por lhe dar de comer nem de beuer nem de ferrar:
e disselhe que este cauallo lhe duraria em toda sa vida, e que nunca emtraria em lide que nom vemçesse delle.
E disselhe que caualgasse em elle e que o poria em Tolledo ante a porta hu jazia seu padre logo em esse dia, e que ante a porta hu o caualo o posesse que alli deçesse e que acharia seu padre estar em huum curral, e que o filhasse pella maão e fezesse que queria fallar com elle, que o fosse tirando comtra a porta hu estaua ho cauallo, e que desque alli fosse que cauallgasse em o cauallo e que posesse seu padre ante ssy e que ante noite seria em sa terra com seu padre: e assy foy.

E depois a cabo de tempo morreo dom Diego Lopez e ficou a terra a seu filho dom Enheguez Guerra.''



Portugaliae Monumenta Historica, Scriptores, pp. 258-259

Organs Employment Corporation







Organs Employment Corporation, Adecco Female n.100 (escort for The Old Europa Cafe) -

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Baron Ungern von Sternberg


Baron Ungern von Sternberg





''Moi, le dernier fils des glorieux barons Ungern von Sternberg
Commandant la dernière unité Blanche contre les Rouges
J'ai pris Ourga, capitale des Mongols, pour libérer le Bouddha vivant
Mais je sais que je n'aurai pas le temps de mettre à mon doigt
Le rubis légendaire orné du svastika
Que portaient à la main droite Gengis et Kublaï Khan

Je suis le souffle du karma vengeur, soldat de la science sacrée
Je suis le dernier chevalier, qui ne connaît ni pardon ni pitié
Je suis le dieu incarné de la guerre, au service du Bouddha vivant
Je suis le seul encore debout, et je n'attends plus que la mort

Mes ancêtres ont porté le fer et le feu partout où ils devaient
De Jérusalem à la mer Baltique, pour l'honneur et la fidélité
A mon tour je mène le combat contre la vermine bolchévique
Avec mon armée de cosaques et de cavaliers paysans
Pour préserver la tradition bouddhique à travers l'Asie
Menacée de mort par les ennemis de la civilisation ''



" Du Nord est venu un guerrier blanc qui appela les Mongols,
Les aidant à briser leurs chaînes d'esclavage,
Qui tombèrent sur notre sol délivré.
Ce guerrier blanc était Gengis Khan réincarné.
Il a prédit la venue du plus grand de tous les Mongols,
Qui répandra la belle foi de Bouddha, la gloire et la puissance
Des descendants de Gengis, d'Ugudaï et de Kublaï Khan.
Et ce temps viendra ! "


Baron Ungern von Sternberg





quarta-feira, 14 de outubro de 2009

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Discursos e 'lobos maus'

Os discursos que servem para tudo e todos. e que ao que parece, irão continuar a convencer o senso comum nas diversas formas e cores que vão assumindo!!!!


Bush vs Zombies (World War Z)

Dreadlocksmile | MySpace Videos



''Eles andem ai....''

Espirito&politica



'' O senhor traduziu grande parte dos livros de Evola para o espanhol, o que é um esforço bastante grande e mostra a sua dedicação ao pensamento evoliano e à Tradição. Em que ano encontrou pela primeira vez este pensador e que parte do seu pensamento provocou o seu interesse especial?

- Tal como explicamos no nosso opúsculo El Rito y la Guerra, o nosso primeiro contacto com a obra de Evola foi em 1982, durante a guerra das Malvinas, quando um grupo nacionalista local publicou em castelhano uma conferência dada por Evola na Alemanha, intitulada 'A Doutrina Ariana de Luta e Vitória'. De tal autor interessou-me essencialmente o vínculo que era capaz de efectuar entre a metafísica e a realidade política quotidiana, coisa que não sucedia com outro autor tradicionalista do meu conhecimento, René Guénon.

(...)

Defensores da Tradição e gente de fora falam várias vezes de um lado “espiritual” e de um lado “político” da Tradição. Esta distinção parece-lhe oportuna e razoável?

- De maneira nenhuma, a menos que entendamos a política, tal como se faz actualmente, como um mero negócio para progredir socialmente. Mas tão-pouco devemos entender o espiritual como uma terapia, tal como sucede nos nossos dias. De um ponto de vista tradicional, a Política é uma espécie de Metafísica prática.''


Pequena parte da entrevista dada por Marcos Ghio ( director do Centro de Estudos Evolianos) á revista Junges Forum.
(tradução blog Legião Vertical)

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

sábado, 10 de outubro de 2009

El séptimo sello



Homenagem a Ingmar Bergman




sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Árvore da Vida


"O mais importante de tudo é saber quem sou: não o que penso ser ou desejo ser ou pareço ser ou quero parecer. O que sou. Na total disponibilidade, com a falta de vergonha do simples, do ignorante, do arrogante.
Eu - sem o meu ego a fazer obstáculo. Totalmente desinteressado de mim mesmo, e das consequências que poderá acarretar para a minha pessoa esse entregar-me todo nas mãos de quem sou. Tamanha sinceridade só tem por limite Deus.
Mas ousá-lo é bem difícil. Estou cheio dos outros! O meu ego timorato acolhe-se sucessivamente nos alvéolos de assumir o que outrem de mim exige, sendo outro outrem dia a dia, ao sabor dos outros. Outros que a mim são iguais nisso de não serem senão outrem: e então, quem veradeiramente é?"

21 de Maio de 1986, Diário 20, Lima de Freitas


domingo, 4 de outubro de 2009

Via




'' Os homens devem moldar o seu caminho.
A partir do momento em que o próprio vir o caminho em tudo o que fizer, ele tornar-se-á o caminho.''

Los iberos, cultura y moneda


De 21 de Maio de 2009 a 02 de Maio de 2010



Exposición organizada por el Museu Nacional d’Art de Catalunya

Comisaria: Marta Campo, Jefa del Gabinete Numismático de Cataluña.


'' Las monedas acuñadas por los íberos son un testimonio magnífico de la historia de estos pueblos que, entre los siglos VI y I aC, desarrollaron una de las culturas más importantes de la península Ibérica. La exposición se propone analizar todo lo que el numerario de los íberos aporta al conocimiento de su cultura. Con este objetivo, las monedas se muestran acompañadas de otros objetos fabricados por estos pueblos.

El primer ámbito trata de los inicios de la llegada de la moneda a los territorios íberos y de sus primeras acuñaciones, emitidas sobre todo en el marco de la Segunda Guerra Púnica. El siguiente ámbito muestra como a lo largo de los siglos II y I aC, ya bajo el dominio de Roma, los íberos abrieron un gran número de talleres monetarios, y también como los celtíberos fabricaban numerario con características similares.

Por último, el tercer ámbito analiza las iconografías de las monedas con personajes, animales y objetos que nos acercan al mundo sobrenatural y mítico de los íberos y celtíberos, así como la vestimenta y el armamento que utilizaban. Las monedas llevaban siempre grabado el nombre de la ciudad o de la tribu emisora y, en ocasiones, también el nombre de personajes. Estas inscripciones son a menudo el único testimonio que ha quedado del nombre de sus ciudades y de los magistrados que las gobernaron.''

http://www.mnac.cat


This is EUROPA !!!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

“160 anos depois… da Sociedade Arqueológica Lusiana”.

Entre os dias 2 e 3 de Outubro, irá realizar-se, em Setúbal, o Seminário “160 anos depois… da Sociedade Arqueológica Lusiana”.



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Para mais informações:
Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal
Telf. 265 239365

I'll bleed for you

Quando a força mais é necessária, e quando todo o mundo cobarde e mediocre, comodista e conformado nos tenta puxar para baixo atrás dele....


''O homem é exactamente tão grande como a Chama que arde dentro de si''